O Cérebro

Documentário Completo - Conhecimento Valioso.

Seminário: Emoções

Como entender e relacionar razão e emoções em nossa vida.

Os homossexuais e a psicologia cristã

O sexo virou o pior pecado na lista cristã religiosa, mas, será que é assim que Deus ver?

Slides de aulas e atividades acadêmicas durante o curso.

Código de Ética Profissional do Psicólogo

Orientações quanto à prática profissional do psicólogo.

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6 de mai. de 2014

A Psicologia ou as Psicologias

A palavra psicologia é usada em nosso cotidiano sem que muitas vezes percebamos o seu sentido mais amplo. Quando admiramos um vendedor, dizemos que ele usa de psicologia para vender; quando um amigo nos ouve com atenção e compreensão, dizemos que ele é um psicólogo nato porque sabe ouvir as pessoas.

Essa não é a psicologia dos psicólogos; essa é a psicologia do senso comum. Mas continua sendo uma psicologia, o que significa dizer que as pessoas, em geral, conhecem um pouco de psicologia.

A Psicologia dos psicólogos é a Psicologia científica, que lhes permite explicar ou compreender os problemas cotidianos de um ponto de vista psicológico.

O SENSO COMUM: CONHECIMENTO DA REALIDADE

É no cotidiano que a vida acontece e onde conhecemos e vivemos a realidade.  Já a ciência é uma atividade eminentemente reflexiva. Ela procura compreender, elucidar e alterar esse cotidiano, a partir de seu estudo sistemático.

A ciência é baseada no cotidiano, ao mesmo tempo em que se afasta dele para compreendê-lo melhor, transformando-o em objeto de investigação - o que permite a construção do conhecimento científico sobre a realidade onde todos vivemos, psicólogos profissionais e não psicólogos.

Esse tipo de conhecimento que vamos acumulando em nosso cotidiano é chamado de senso comum. Sem esse conhecimento intuitivo, espontâneo, de tentativas e erros, a nossa vida diária seria muito complicada.

4 de abr. de 2014

Qual é a sua linha?

Sou estudante de psicologia e, fazendo um paralelo com seu referido texto e o processo terapêutico que visa reforçar a consciência e sermos mais parecidos com o que somos; PERGUNTO: qual linha da psicologia você prefere? Cognitiva, Psicanálise, Gestalt, Sistêmica, Comportamental?

Pergunto isso como paciente para meu próprio processo terapêutico e, também, como futura terapeuta que necessita descobrir qual teoria é a melhor (tendo em vista o evangelho e o texto que você escreveu).

Espero que o senhor encontre meu e-mail e tenha um tempinho de responder. Realmente são questões importantes pra mim, pois sei que a psicologia pode tanto juntar quanto separar o sujeito de Jesus.

Grata
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Resposta:

Minha querida: Graça e Paz!

Primeiro devo dizer que o modo de Jesus é diferente do da Psicologia.

Você disse: “... visa reforçar a consciência e sermos mais parecidos com o que somos”.

Ora, a Psicologia vai até aí; pois, falta-lhe o “quem somos”, visto que na Psicologia não existe o Último Paradigma, o qual não é para ser “quebrado”, mas alcançado e absorvido: Cristo Jesus como meu Eu eterno.

Assim, na fé, o “quem somos” fica condicionado por Quem Ele É!


A Psicologia não sabe bem o que é o Humano... Sim! Falta-lhe o Filho do Homem!

Por isso, não reputo nada do que entendo ou faço à Psicologia ou à Psicanálise. Afinal, o que elas me deram foi muito pouco.

Minha linha, portanto, é o modo de Jesus.

E qual era o modo de Jesus?

Ora, Jesus não tinha uma linha. Ele confrontava tanto quanto não dizia nada se fosse o caso.

Ele ouvia, mas não se impressionava.

Ele se importava, mas não criava dependência.

Ele fazia tudo de Graça e não julgava que prejudicava o “tratamento”.

Ele poderia ficar alguns minutos com a pessoa, ou até um dia inteiro... E nada era medido por tempo, mas por qualidade de dádiva.

Ele não mandava haver retorno em uma semana.

Ele podia ouvir sozinho ou podia ouvir em grupo.

Cada coisa tinha sua própria sabedoria no tratamento.

Tudo dependia da pessoa em questão e nunca de um método.

Ou seja:

A linha de Jesus era a sabedoria do amor, e o método era fornecido pela natureza do problema do indivíduo.


Nicodemos ele mandou pensar – Cognitivo.

Ao Gadareno sentado aos Seus pés Ele mandou de volta à família: Psicanálise.

À Samaritana à beira do poço e ao cego de nascença que ele mandou ir ao tanque lavar-se – Gestalt.

Ao escriba que perguntou quem era o seu próximo e que ouviu de Jesus a história do Samaritano bom. “Quem te parece ser o próximo do homem assaltado?” — a resposta do homem foi: “O que agiu com misericórdia para com Ele”. “Vai tu e faze o mesmo!” - Comportamental.

A Sistêmica, porém, Ele quase somente usou para lidar com fariseus!

Ora, eu vou como Ele vai...

E não sinto que preciso de mais nada. Atualizo-me sempre; não, porém, como quem busca o que fazer, mas apenas modos novos de discernir e explicar.

Assim, digo a você:

Leia Jesus com tais olhos e você sempre saberá o modo certo, conforme a pessoa.

Receba meu carinho!

Nele, em Quem habitam todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento,

Caio

29 de mar. de 2014

Questionário de Psicologias

1. Qual a relação entre cotidiano e conhecimento científico? Dê um exemplo de uso cotidiano do conhecimento científico (em qualquer área). Tanto o cotidiano como o conhecimento científico lidam com a realidade. Exemplo: A dona de casa usa o conhecimento científico conservando o café na garrafa térmica.

2. Explique o que é senso comum. Dê um exemplo desse tipo de conhecimento. Senso comum é o conhecimento usado pelas pessoas em geral. Exemplo: Um chá de boldo para o fígado.

3. Explique o que você entendeu por visão-de-mundo. Visão-de-mundo são todos os conhecimentos adquiridos e usados no cotidiano ainda que de modo precário.

4. Cite alguns exemplos de conhecimentos da Psicologia apropriados pelo senso comum. Termos como "rapaz complexado", "menina histérica", "ficar neurótico", são expressões da Psicologia usadas no senso comum.

5. Quais os domínios do conhecimento humano? O que cada um deles abrange? A filosofia se preocupava com a origem e o significado da existência humana. A religião se interessa pela origem do homem e mostra isso em um corpo de doutrinas e princípios morais que tratam de mistérios sobre a humanidade. A arte expressa emoção e sensibilidade desde tempos remotos. O senso comum trato do conhecimento cotidiano. A Ciência compõe-se de um conjunto de conhecimentos sobre fatos da realidade.

6. Quais as características atribuídas ao conhecimento científico? Compõe-se de um conjunto de conhecimentos sobre fatos ou aspectos da realidade que usa uma linguagem precisa e rigorosa. Esses conhecimentos são programados, sistemáticos e controlados podendo ser verificados.

7. Quais as diferenças entre senso comum e conhecimento científico? O senso comum trata da realidade do dia a dia com o conhecimento adquirido pela cultura, tradição, herança familiar, e hábitos; enquanto o conhecimento científico investiga o cotidiano de modo aprofundado e metodológico.

8. Quais são os possíveis objetos de estudo da Psicologia? A Psicologia estuda o homem, seu comportamento, seu inconsciente, sua consciência, sua personalidade. Tudo isso está na subjetividade, o modo de ser de cada um.

9. Quais os motivos responsáveis pela diversidade de objetos para a Psicologia? Por ter diversos objetos de observação que não podem ser sujeitos aos mesmos padrões de descrição, medida, controle e interpretação, é que a Psicologia tem essa diversidade de objetos.

10. Qual a matéria-prima da Psicologia? O homem é a matéria-prima da Psicologia.

11. O que é subjetividade? A subjetividade é a síntese singular e individual de cada um de nós conforme nosso desenvolvimento na sociedade.

12. Por que a subjetividade não é inata? Porque ela é construída pouco a pouco no convívio social e cultural, ao mesmo tempo que atua na construção do mundo e se transforma interiormente.

13. Por que as práticas místicas não compõem o campo da Psicologia científica? Porque elas não podem ser vinculadas aos princípios e métodos científicos.

19 de mar. de 2014

Aprendendo a observar

O curso exige que o aluno leia muito. Nesses dias, além das aulas e das leituras com seus respectivos exercícios, tivemos uma atividade prática em duplas. Formei dupla com minha colega Dalila para observar alguém por alguns minutos e fazer observações escritas sobre o que vimos no comportamento da pessoa observada. Tivemos que fazer dois relatórios: o primeiro com observação casual e o segundo com observação científica. Depois apresentamos em sala.